A maior dificuldade encontrada pelo grupo foi construir um mecanismo em nossa catapulta que variasse o tipo de tiro (parabólico ou reto) e pudesse também prever a distância que a bolinha alcançaria, pois até o dia da competição não saberíamos à que distância o alvo a ser acertado estaria.
Os resultados encontrados no experimento I e II foram satisfatórios, pois o modelo de catapulta que desenvolvemos funcionava perfeitamente para distâncias indeterminadas. No experimento I acertamos distâncias mais curtas do que no experimento II. Entre os testes pudemos verificar que a angulação do lançamento e o comprimento do elástico eram detalhes fundamentais no desempenho da catapulta.
O valor do ângulo de lançamento pode variar devido aos ajustes feitos na catapulta na hora do lançamento, pois em nossa catapulta podemos regular através do ângulo a distância do lançamento. Tanto nos testes do experimento I e II quanto no dia da competição o ângulo usado foi o mesmo, o ângulo de 51°. Este valor pôde ser encontrado de modo que a base da catapulta, a haste de lançamento e a altura da catapulta formassem um triângulo e suas medidas foram tiradas, após o processo de medição os valores dos catetos foram aplicados na fórmula da tangente conforme abaixo:
tgα = 10,5/8,5 tgα = 1,23
Após o cálculo a tabela de ângulos foi consultada e o valor 1,23 da tgα correspondia a 51°.
A construção da catapulta foi concluída com êxito e obteve resultados satisfatórios em ambos os experimentos. Na competição não cumprimos a prova mínima, porém em uma segunda chance dada àqueles que não cumpriram a prova mínima conseguimos obter sucesso. Embora não tenhamos alcançado o objetivo de ganhar a competição nosso desempenho foi muito bom. Encerramos este ano com êxito na conclusão dos trabalhos realizados na disciplina de Física com o compromisso de nos esforçarmos mais no próximo ano para obtermos resultados mais satisfatórios.